Especialidades Psicologia Áreas de intervenção

Psicologia - Áreas de Intervenção

Psicologia da Criança e do Adolescente

1. Avaliação

2. Acompanhamento Psicológico Individual

3. Intervenção Escolar

 

 

 

Psicologia do Adulto e do Idoso

1. Depressão

2. Perturbações de Ansiedade

3. Perturbações Emocionais

4. Perturbações de Personalidade

5. Programa Geriátrico de Estimulação Cognitiva

  

Psicologia da Criança e do Adolescente

1. Avaliação

1.1. Avaliação Psicológica

avaliacao-psicologiaMediante as necessidades identificadas pelos pais ou agentes educativos, efectua-se uma avaliação cuidada e dirigida às idiossincrasias de cada criança e jovem. A avaliação pode incidir nas competências intelectuais, desenvolvimento sócio - emocional e/ou autoimagem. Inclui elaboração de relatório de Avaliação Psicológica detalhado, sendo garantida a máxima confidencialidade.

1.2. Avaliação de competências pré-escolares

Avaliação da maturidade da criança para a aprendizagem da leitura, escrita e cálculo, com vista a transição para o 1º ano de escolaridade. Através dum relatório de avaliação individualizado às necessidades de cada criança, é traçado um perfil de desenvolvimento nas seguintes áreas: verbal, numérica, memória, percepção visual e coordenação visuo-motora.

 

2. Acompanhamento Psicológico Individual 

Após a Avaliação Psicológica, é delineado um Plano de Intervenção adaptado às necessidades de cada criança ou jovem, que deverá reger-se pelo princípio de intervenção breve. O recurso a metodologias lúdicas e criativas é uma prioridade do acompanhamento psicológico realizado.

2.1. Apoio na Perda: "Ajuda-me a dizer ADEUS"

adeus

A morte dum ente querido é um acontecimento profundamente desorganizador. A compreensão da morte enquanto perda física e definitiva suscita, frequentemente, complexas angústias. 

O “Ajuda-me a dizer Adeus” pretende: auxiliar os cuidadores na comunicação da perda, determinar a importância dos rituais de despedida enquanto acontecimentos estruturantes para a vida das crianças, facilitar a expressão emocional por parte das crianças, desenvolver estratégias para lidar com a saudade, e construir sonhos e aspirações positivas para o futuro.

 

2.2. Intervenção nos Problemas de Comportamento: "SOS Pestinha"

problemas-comportamento

Dirige-se a crianças e jovens, que apresentem problemas de comportamento, perturbadores da sua vida académica e familiar. São candidatos ao SOS Pestinha, crianças e jovens com Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA), Distúrbio da Atenção, Motricidade e Percepção  (DAMP), e Perturbação do Comportamento (Oposição e Perturbação da Conduta). Os objetivos da nossa intervenção resumem-se a aumentar o nível de auto - controlo das crianças e jovens, potenciar competências de gestão de conflitos e desenvolver aptidões de resolução de problemas.

 

2.3. Intervenção no Divórcio: "RE-UNIR"

re-unir-divorcio

O divórcio não determina a dissolução do núcleo familiar, no entanto, promove alterações nas rotinas quotidiana e uma redefinição de papéis e funções. Como tal, pode ser vivenciado com ansiedade e preocupação, pelas crianças e jovens. Para que esta transição seja realizada, com vista ao bem-estar e estabilidade emocional, o RE-UNIR pretende: aconselhar os pais na melhor forma de comunicar a decisão da separação conjugal, assim como promover a aceitação e o desenvolvimento de estratégias de resiliência por parte dos filhos.

 

2.4. Apoio na Adopção: "Antes, Durante e Depois"

familia

A adoção legitima a família pelo vínculo afetivo, independentemente dos laços de sangue. Após a adoção, inicia-se a caminhada da parentalidade, recheada de descobertas. A construção do sentido de pertença a um núcleo familiar, onde se conjugam identidades e histórias, é um desafio à edificação do sentido de NÓS.
Por isso, temos os seguintes objetivos: dotar os pais de saberes que lhes permitam enfrentar os seus receios, dúvidas e dificuldades; implementar estratégias que favoreçam o sentido de pertença ao núcleo familiar; intervir com os filhos biológicos do casal (se existentes), potenciando uma adaptação e transição positivas.

 

2.5. Intervenção nas Perturbações Emocionais: "SENTIR"

sentimentos

As Perturbações Emocionais têm uma incidência cada vez maior nas populações jovens e são tradutoras de sofrimento e mal-estar psíquico. Aqui, contemplam-se as Perturbações da Ansiedade (Fobias, Ansiedade de Separação, Ansiedade Social, Perturbação de Pânico, Perturbação Obsessivo – Compulsiva), Perturbações do Humor (Depressão) e Perturbações Psicossomáticas. Os objetivos do SENTIR visam: potenciar competências de diferenciação e expressão emocional, desenvolver recursos adaptativos de enfrentamento das emoções negativas, permitir a identificação e desafio de crenças desadaptativas e promover a construção duma autoestima positiva.

2.6. Intervenção nas Perturbações do Desenvolvimento: "Ser Único e Especial"

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As Perturbações do Desenvolvimento Infantil são patologias crónicas, com um impacto muito significativo na vida das crianças e seus cuidadores, que induzem um atraso na aquisição de competências a vários níveis: sensorial, cognitivo, psicomotor, sócio-emocional, de comunicação e linguagem. São exemplos: as deficiências motoras (ex: a paralisia cerebral), os défices cognitivos, e as Perturbações do Espetro do Autismo. Os nossos objetivos de intervenção são a capacitação dos indivíduos, com vista a uma maior autonomia e promoção da qualidade de vida.

 

3. Intervenção Escolar

3.1. Intervenção nas Dificuldades de Aprendizagem: "Ensinar a aprender"

dificuldades-aprendizagem

As Dificuldades de Aprendizagem Específicas são desordens de origem neurobiológica que prejudicam severamente o desempenho académico, traduzindo-se habitualmente em dificuldades de leitura, escrita, organização e processamento da informação, raciocínio e cálculo mental. Entre elas, encontram-se a dislexia, disgrafia, disortografia e discalculia. Após uma avaliação cuidada, a intervenção dirige-se à reeducação pedagógica da criança ou jovem, tendo em vista sempre a otimização dos seus níveis de autoestima e auto-confiança.

 

3.2. Orientação Escolar e Vocacional: "Decide o teu Futuro"

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Escolher um percurso académico nem sempre é tarefa fácil, sobretudo quando existem múltiplas alternativas. Quando se trata de decidir sobre o seu futuro escolar e profissional, os nossos jovens alunos necessitam muitas vezes da ajuda de um técnico especializado que, com os instrumentos e técnicas adequadas, os oriente no processo de tomada de decisão.

Pensada especialmente para alunos do 9º e 12º ano de escolaridade, a Orientação Escolar e Vocacional pretende conduzir o jovem num processo de autoconhecimento, ajudando-o na descoberta dos seus interesses, aptidões e características de personalidade. No “Decide o Teu Futuro”, o jovem aluno é sempre o “ator” principal, agente ativo e responsável pela tomada de decisão, sendo o psicólogo um simples impulsionador do processo.

3.3. Mediação Escolar

Destina-se às escolas que pretendam usufruir de acompanhamento de um psicólogo para a mediação de conflitos entre a escola e a família, através de contacto telefónico e presença em reuniões escolares.

 

Psicologia do Adulto e do Idoso

1. Depressão

2. Perturbações de ansiedade

3. Perturbações emocionais

4. Perturbações da personalidade

5. Programa geriátrico de estimulação cognitiva

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